Qual a primeira bebida que nos vem em mente quando citamos COMEMORAÇÃO? 

O ESPUMANTE! Seja ele de diferentes métodos e tipos ele virou ícone de festa e celebração. Apesar de muitas pessoas gostarem da bebida, poucos sabem a diferença entre as principais características: espumantes, prosecco e champanhe. Vamos mostrar as semelhanças e diferenças entre eles em duas partes!

Para começar, vamos esclarecer: todos eles são espumantes.

 O que é um espumante?

 Espumante é um vinho que passa por duas fermentações. Existem dois principais métodos para a elaboração desta bebida:

Método Champenoise ou Método Tradicional:
Na primeira fermentação, igual a todos vinhos, o açúcar do mosto das uvas é transformado em álcool. Na segunda fermentação, leveduras colocadas no líquido produzem Perlage (bolinhas de gás). Essa segunda fermentação pode acontecer na própria garrafa, o chamado método Champenoise, usado geralmente no mais conhecido espumante do mundo, o Champagne. 

Eles são produzidos à base apenas das uvas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot meunier.

Todo Champagne é um espumante, mas nem todo espumante é um Champagne, necessariamente. 

Mesmo sendo feitos de forma parecidas, só podem ser chamados de Champanhe, os vinhos produzidos na região de Champagne, na França.

Método Charmat:
Outro método é o Charmat, feito cubas fechadas de aço inox como se fossem autoclaves, garante maior quantidade, é mais econômico e mais rápido.

Dentro do método Charmat encontra-se a denominação Prosecco! 

- A princípio, prosecco era um tipo de uva típica da Itália.  Há algum tempo, transformou-se na nomenclatura de todo espumante produzido na Itália, especificamente em Vêneto. Diferente dos champagnes e dos Cavas (Cava é tipo de um vinho espumante produzido segundo o método tradicional na Catalunha), os Proseccos são elaborados pelo método Charmat. Alguns espumantes brasileiros têm o direito de usar o nome Prosecco em seus rótulos, mas, somente por já produzirem às bebidas há muito tempo.
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Comer é muito bom beber vinho também mas reza a lenda que a grande delícia é quando os dois combinam ou como dizem os gourmets, h-a-r-m-o-n-i-z-a-m ! E um fato bem interessante é que as regras desta harmonização foram mudando no decorrer da história. O que já foi chiquérrimo no passado, hoje nas mesas dos paladinos seria um verdadeiro acinte. Vide exemplo de um menu do antológico Restaurante Delmonico em Nova York que em 1883 entre os 29 pratos servidos num único jantar ofereceu Lagosta Grelhada com Molho de Peixe juntíssimo com nada mais nada menos que o dulcíssimo  Chateau Y'quem, o nobre vinho de sobremesa de Bordeaux.


Fonte; Os Sentidos do Vinho – Matt Kramer